O que aconteceu — O Governo de Rondônia informou que, em 6 de fevereiro, acompanhou a primeira pesagem referente ao processo de compra de borracha natural oriunda de Unidades de Conservação nos municípios de Machadinho d’Oeste e Vale do Anari.
A ação foi acompanhada pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), por meio do Escritório Regional de Gestão Ambiental (Erga) de Machadinho d’Oeste, em conjunto com a Gestão Integrada do Machado (vinculada à Coordenadoria de Unidades de Conservação — CUC). Segundo a nota, a comercialização foi viabilizada com intermediação da WWF-Brasil junto à empresa compradora, respeitando parâmetros ambientais e legais.
Por que isso importa — Em cadeias extrativistas, o “como” (registro, pesagem, conformidade e governança do processo) costuma ser tão relevante quanto o “quanto”. Quando o poder público participa do acompanhamento, cria-se um precedente de procedimentos mais auditáveis, o que pode reduzir ruído comercial, melhorar previsibilidade para associações locais e dar base para contratos com indústria e/ou programas de compra recorrente.
O que observar a seguir
- Escala e recorrência: volume, frequência de pesagens e regularidade de compras ao longo do ano.
- Arranjo comercial: regras de formação de preço, prazos de pagamento e eventual uso de bonificações (qualidade/conformidade).
- Rastreabilidade e conformidade: como serão documentados origem, regras de UC e controles de cadeia (sem prometer “certificação”, mas evidenciando consistência).
Fonte: Governo de Rondônia (portal oficial) — link.
Leitura adicional (republicação): PIM Amazônia — link.


